segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Boa semana a todos! Para refletirmos...

Como melhorar a escrita? 

       Como melhorar a escrita de textos? Essa é uma pergunta recorrente entre os falantes, pois escrever bem pode ser o segredo do sucesso na vida acadêmica e na vida profissional. A resposta não é simples, afinal de contas, escrever bem é uma competência que desenvolvemos ao longo da vida, não existe uma fórmula mágica capaz de nos transformar em exímios escritores do dia para a noite.
Se você quer aprender a lidar melhor com a modalidade escrita ou mesmo aprimorar o conhecimento sobre a língua que você já dispõe, confira as cinco dicas de redação que o Brasil Escola preparou especialmente para você. Vamos lá?
Dicas de redação: Como melhorar a escrita?

Ler mais, diversificar o tipo de leitura e ficar atento à estrutura textual estão entre as cinco dicas que podem ajudá-lo(a) a escrever melhor 
 Ler mais, diversificar o tipo de leitura e ficar atento à estrutura textual estão entre as cinco dicas que podem ajudá-lo(a) a escrever melhor
  
Dica 1 ► Leia mais: É inegável o fato de que quem lê mais tem mais facilidade com a modalidade escrita. É por isso que lá no começo deste texto afirmamos que não existe uma fórmula mágica disponível para transformar uma pessoa que não lê em um bom escritor. Escrever bem é um objetivo a ser alcançado, e o melhor exercício para atingir essa competência linguística é a leitura. Por meio da leitura entramos em contato com a língua e seus diferentes registros, aprendemos na prática regras da norma-padrão sem que precisemos decorar toda a gramática normativa;
Dica 2 ► Diversifique a leitura: Não basta ler qualquer coisa, é preciso selecionar aquilo que você vai ler. Você pode ler best-sellers, mas não se esqueça dos clássicos da literatura, afinal de contas, eles são os textos-fontes de toda literatura contemporânea. Lembre-se também de diversificar a leitura, ou seja, não fique preso a um único gênero textual. Conhecer os gêneros e suas características é importante para que você os identifique, assim como é importante para que você se aproprie de seus recursos linguísticos;
Dica 3 ► Não se esqueça do leitor: Dica importantíssima! Qual é a finalidade maior da linguagem, seja ela oral ou escrita? A comunicação. Se a comunicação não acontece, ou seja, se o leitor não consegue entender o que você escreveu, um dos dois está errado. Para ter certeza de que o erro não é seu, certifique-se de que seu texto está em conformidade com seu público-alvo. Evite rebuscamentos linguísticos, termos técnicos e construções sintáticas complexas, principalmente se o seu leitor for um leitor médio;
Dica 4 ► Pontue mais: Uma pontuação correta é capaz de eliminar períodos longos, tipo de construção sintática que favorece o surgimento da ambiguidade, defeito textual indesejado nos textos não literários. Se você não conhece bem todas as regras para pontuar adequadamente, faça o simples exercício de ler seu texto em voz alta. Ao ler sua redação, certamente você entenderá quando e como pontuá-la, o que consequentemente levará à elaboração de períodos mais curtos. Os períodos curtos podem eliminar incoerências, além de ser uma ótima pedida para a coesão de seu texto;
Dica 5 ► Cada parágrafo, uma ideia: Você sabe para que serve o parágrafo? Na estrutura do texto, o parágrafo é responsável por dar um intervalo entre um assunto e outro dentro do mesmo tema. Isso quer dizer que em um único parágrafo não devem coabitar ideias diferentes, nele deve existir uma ideia central desenvolvida por ideias secundárias que estabeleçam conexão com o tópico frasal. Se você perceber que outra ideia central surgiu, então é hora de mudar de parágrafo. Se ainda assim, ao final de seu texto, você notar que a estrutura textual ficou comprometida em virtude da paragrafação inadequada, não tenha preguiça de reestruturá-lo. Reescrever é um dos principais exercícios para quem quer aprimorar a escrita.
Esperamos que você aproveite ao máximo nossas dicas de língua portuguesa! Boa leitura e bons estudos!

                                                                                                      Por Luana Castro
                                                                                                 Graduada em Letras
 

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016



Crianças que têm contato com música aprendem a ler e a escrever com mais facilidade


    Pode ser no carro, na sala de aula ou na festa de aniversário. Ouvir música com as crianças é sempre uma delícia, certo? O contato precoce com este tipo de arte ainda é capaz de beneficiar o aprendizado do seu filho. Cantar e tocar instrumentos faz com que ele estimule áreas neuronais que serão trabalhadas futuramente em outras funções – como nos cálculos matemáticos ou na leitura de textos.

    Tudo começa na fase de musicalização: de forma lúdica, sem ainda formalizar conhecimentos, a criança desenvolve a percepção auditiva. “Ela é capaz de distinguir um som agudo de um som grave. Se ouvir uma valsa e, em seguida, uma marcha, perceberá também a mudança de ritmo”, explica Margarete Kischi Diniz, coordenadora de música do Colégio Porto Seguro, na unidade Morumbi (SP). Essa percepção só é possível porque há um estímulo na região cerebral denominada córtex auditivo. Além disso, ouvir uma canção trabalha a coordenação motora, já que seu filho sentirá o ritmo e o reproduzirá com movimentos corporais – aqueles passos de dança que encantam a família.
Aos 6 anos, em geral, a escola passa a formalizar o ensino musical, apresentando técnicas para tocar instrumentos, notas musicais e partituras. E é justamente esse tipo de conhecimento que auxiliará o processo de alfabetização da criança. “Os princípios de aprender uma canção e de ler um texto são muito parecidos. É a transformação da língua falada em símbolos que precisam ser decodificados”, esclarece Antonio Carlos de Farias, neurologista do Hospital Pequeno Príncipe (PR). Compare: a partitura passa a ser o símbolo que traduz o som ouvido. A palavra escrita segue a mesma lógica, já que é uma representação no papel do que é ouvido nas conversas.

    Essa relação foi também comprovada por um estudo recente organizado pela Northwestern University, nos Estados Unidos. Crianças de 9 a 10 anos foram divididas em dois grupos: o primeiro teve lições de música por dois anos e o segundo, nenhum contato escolar com a disciplina. Após o período, os cientistas descobriram que aquelas que aprenderam a cantar e a tocar instrumentos tiveram melhor desempenho em leitura e em escrita. Elas conseguiam distinguir sons com mais facilidade que as demais e não tinham dificuldade de concentração em ambientes agitados.

   Além disso, a música é um excelente incentivo à linguagem, por auxiliar na aquisição de vocabulário. Até a interpretação de texto é beneficiada pelo contato com as canções. “A memória operacional se desenvolve e faz com que a criança escute uma música e preste atenção ao que está sendo cantado. Ela consegue absorver a mensagem e o sentimento transmitido. Esse mesmo processo é encontrado ao ler um livro, que exige a concentração para dar significado à história”, explica o neurologista. Acredite: até o aprendizado de matemática é auxiliado, considerando que os números são símbolos, assim como as notas musicais.

Em casa

     De acordo com a lei nº 11.769, de 2008, a música deve ser conteúdo obrigatório na Educação Básica de todas as escolas brasileiras. O objetivo da exigência não é formar músicos, e sim desenvolver a sensibilidade e a integração dos alunos. Mas atenção: você também deve estimular o contato de seu filho com a música em casa.

    Se a criança perceber que os pais valorizam este tipo de arte, também tenderão a apreciá-lo. Não adianta apresentar uma canção de forma artificial – a introdução precisa ser lúdica. Presenteá-la com um tamborzinho ou dançar junto com ela são formas criativas de iniciar o contato.

     É importante que você tome certos cuidados: não coloque o som em um volume muito alto, já que a audição da criança ainda não está totalmente amadurecida. E coloque um ritmo compatível à faixa etária – um bebê preferirá algo calmo, como música clássica. O rock pesado pode esperar um pouquinho, certo?

    Aproveite o momento de escutar música em família para enriquecer o repertório cultural do seu filho. Apresente a ele tanto compositores nacionais como internacionais, para que, aos poucos, ele desenvolva uma preferência pessoal. E mais: que tal, a cada faixa, contextualizar a obra? Diga em que época a canção foi criada, em que país ela se originou, como são os costumes daquele local. Será uma brincadeira divertida – e os resultados serão para a vida toda!

Por Luiza Tenente - atualizada em 25/08/2014 14h34

http://revistacrescer.globo.com/Criancas/Desenvolvimento/noticia/2014/08/criancas- que-tem-contato-com-musica-aprendem-ler-e-escrever-com-mais-facilidade.html

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        O livro é uma das maiores invenções que o homem tem acesso, por meio do livro são transmitidos conhecimentos, culturas de diversos povos e a história do homem não só é preservada como também transmitida de geração para geração. A importância do livro é indiscutível e neste artigo veremos a importância de ler bons livros.

Conhecimento

     Bons livros transmitem conhecimento ou saberes. O conhecimento humano deve muito aos livros que permitiu que uma geração mostrasse a geração futura o que ela aprendeu, seus testes, pesquisas e resultados bem sucedidos de trabalhos feitos por homens de sua época. Quando lemos bons livros estamos nós interagindo e abstraindo o conhecimento de outras pessoas sobre os mais diversos assuntos.

Senso crítico

     Bons livros nos ajuda a desenvolver o nosso senso crítico, isto é, a capacidade de ler e interpretar cenários a nossa volta e ao mesmo tempo nos posicionar de maneira efetiva e contundente quer a favor, quer contra ou ainda com uma postura neutra. Quando criticamos algo precisamos fazer baseado em parâmetros concretos e precisamos demonstrar não só o conhecimento de causa, mas capacidade de discernir entre o simples e o complexo, o trivial e o inovador e assim por diante.

Cultura

     A importância de lermos bons livros é que eles transmitem cultura, pois pessoas que leem pouco tende a ter pouca cultura. Por cultura entenda: estilos de vida, arte, modos de pensar e relacionar-se dentro de uma sociedade ou com outros povos. Através da leitura podemos conhecer detalhes surpreendentes do mundo ao nosso redor.

Melhora a escrita

     Outra grande contribuição que o livro pode dar a uma pessoa é ajudá-lo a desenvolver a escrita ou a redação. Pessoas que leem pouco tendem a escrever mal. Quando escrevemos nós estamos reproduzindo de uma maneira direta ou indireta aquilo que sabemos, como sabemos, e que argumentos usaremos para apresentar este conhecimento. O hábito da leitura de livros poderá nos ajudar a desenvolver nossos argumentos, palavras, uso do idioma, entre outros recursos tão importantes para o desenvolvimento de uma redação aceitável.

Prazer

      Por fim concluímos que a leitura também é prazerosa especialmente quando escolhemos bons livros para ler, o prazer da leitura está no fato de que muitos livros nos leva a viver a história ou local sobre o qual o livro foi escrito. Não é simplesmente uma leitura, mas é um convite a uma viagem junto com o autor. Naturalmente que bons autores fazer isso e levam de fato seus leitores a viver aquilo ou pelo menos parte daquilo que ele mesmo viveu.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

“Somos as coisas que moram dentro de nós. Por isso há pessoas que são tão bonitas. Não pela cara, mas pela exuberância do seu mundo interno”. Rubem Alves

ESCOLA PROFESSORA HELENA REIS - CAIC II - INICIA SUAS ATIVIDADES DE LEITURA

 
     Através da leitura, a criança se apropria de culturas e saberes historicamente acumulados pelo homem, adquirindo informações que o ajudarão na construção de seu conhecimento. A leitura é um dos caminhos mais viáveis para desenvolver e estimular a formação de ideias, que habilitará o educando para uma escrita concisa e lógica.
        Dando continuidade ao Projeto de leitura, todos os dias, após o recreio os turnos vespertino e matutino, a Supervisora Pedagógica Olga Pires da Silva Junqueira conta histórias, pede aos outros funcionários para contarem também no sistema de som e disponibiliza cds encantadores.
      As crianças ficam encantadas com o momento e após o término da contação, refletem e interpretam as histórias... Momento rico e fabuloso...